Dr. Ricardo Massarolli – Oftalmologista

Consultas oftalmológicas em Tangará da Serra, com acompanhamento atento e explicações claras em cada etapa.

Dr. Ricardo Massarolli, oftalmologista, de jaleco branco
Dr. Ricardo MassarolliCRM-MT 7337 · RQE 4174

Sobre o médico

Ricardo Massarolli é oftalmologista, com residência médica e especialização em glaucoma, e atende em Tangará da Serra, Mato Grosso.

A consulta é feita com tempo para ouvir você, examinar com cuidado e explicar o que foi encontrado.

  • OftalmologistaCRM-MT 7337 · RQE 4174
  • Especialização em glaucomaDoença que costuma evoluir sem sintomas no início

Atendimento

Consulta oftalmológica
Avaliação completa da visão e da saúde dos olhos, para crianças, adultos e idosos.
Glaucoma
Diagnóstico e acompanhamento contínuo. Leia sobre glaucoma.
Catarata
Avaliação e orientação sobre o melhor momento do tratamento. Leia sobre catarata.
Óculos e lentes de contato
Medida do grau e orientação sobre a melhor correção para a sua rotina.

Convênios aceitos

O consultório atende pelos convênios abaixo. Para confirmar a cobertura do seu plano, fale com a equipe pelo WhatsApp.

  • MedCenter
  • Unimed Vale do Sepotuba
  • Univida Plano Familiar

Agende sua consulta

Exames

Os exames ajudam a entender a saúde dos olhos com precisão. O médico indica quais são necessários em cada caso.

Autorefração e ceratometria
Mede o grau (miopia, hipermetropia e astigmatismo) e a curvatura da córnea de forma automática, em poucos segundos. É o ponto de partida para a prescrição de óculos e lentes.
Autorrefrator e ceratômetro
Tonometria de sopro
Mede a pressão dentro do olho com um jato rápido de ar, sem encostar no olho. É um exame de triagem, simples e confortável.
Tonômetro de sopro
Tonometria de aplanação (Goldmann)
Mede a pressão dentro do olho com contato suave na córnea, após colírio anestésico. É o método de referência para o diagnóstico e o acompanhamento do glaucoma.
Tonômetro de aplanação de Goldmann
Gonioscopia
Permite ver o ângulo por onde o líquido do olho escoa, com o auxílio de uma lente especial. Ajuda a identificar o tipo de glaucoma e a definir o tratamento.
Lente de gonioscopia
Paquimetria
Mede a espessura da córnea. Esse dado ajuda a interpretar corretamente o valor da pressão do olho.
Paquímetro
Campo visual computadorizado
Avalia a visão lateral (periférica). É fundamental para detectar e acompanhar a perda de campo causada pelo glaucoma.
Analisador de campo visual
OCT (tomografia de coerência óptica)
Gera imagens detalhadas da retina e do nervo óptico, sem contato com o olho. Mostra alterações antes de a pessoa perceber mudanças na visão.
Aparelho de tomografia de coerência óptica (OCT)
Retinografia
Fotografia do fundo do olho, usada para registrar e comparar o aspecto da retina e do nervo óptico ao longo do tempo.
Aparelho de OCT e retinografia, com as imagens do exame na tela
Topografia de córnea
Mapeia a curvatura da córnea. Auxilia no diagnóstico de doenças como o ceratocone e no planejamento de lentes.
Topógrafo de córnea
Microscopia especular
Fotografa e conta as células da camada mais interna da córnea (endotélio). Ajuda a avaliar a saúde da córnea, inclusive antes de cirurgias como a de catarata.
Microscópio especular de córnea
Biometria óptica
Mede o comprimento e a anatomia do olho para calcular o grau da lente intraocular usada na cirurgia de catarata. É feita por método óptico, sem contato com o olho.
Biômetro óptico

A indicação de cada exame depende de uma avaliação individual.

Procedimentos

Cada tratamento é indicado depois de uma avaliação individual, com explicação clara sobre benefícios e riscos.

Cirurgia de catarata
Retirada do cristalino opaco e implante de uma lente intraocular, em geral por facoemulsificação. A indicação e o tipo de lente dependem da avaliação de cada paciente.
Olho com catarata
Capsulotomia a laser (YAG)
Trata a opacidade que pode surgir na cápsula que sustenta a lente após a cirurgia de catarata. É feita em consultório, sem cortes.
Aparelho de laser YAG
Iridotomia a laser
Cria, com laser, uma pequena abertura na íris para o líquido do olho circular livremente. É indicada em olhos com ângulo estreito, para tratar ou prevenir o glaucoma de ângulo fechado.
Aparelho de laser para iridotomia
Retirada de corpo estranho
Remoção de partículas, como cisco, poeira, metal ou fragmentos vegetais, que se alojam na superfície do olho. Feita com anestesia local por colírio. Se algo cair no olho, não esfregue e procure um oftalmologista.
Olho com corpo estranho

A indicação de cada procedimento depende de uma avaliação individual.

Blog

Informação clara sobre saúde ocular, para você entender melhor o que acontece com a sua visão.

Catarata: sintomas, causas e tratamento

Por Dr. Ricardo Massarolli, CRM-MT 7337 · RQE 4174 · Novembro de 2026

A catarata é a perda de transparência do cristalino, a lente natural que fica dentro do olho. Com isso, a luz passa com mais dificuldade e a imagem fica embaçada. É uma das causas mais comuns de baixa visão em adultos, e o principal fator é o envelhecimento.

Como reconhecer

  • Visão turva, como se houvesse uma névoa à frente dos olhos
  • Incômodo com luz forte e ofuscamento ao dirigir à noite
  • Cores que parecem mais apagadas
  • Trocas frequentes do grau dos óculos
  • Imagem duplicada em um só olho

A catarata não causa dor nem vermelhidão. Por isso, muita gente demora a perceber que a visão mudou.

O que aumenta o risco

Além da idade, entram diabetes, uso prolongado de corticoides, tabagismo, exposição excessiva à luz solar sem proteção, traumas nos olhos e inflamações oculares anteriores.

Diagnóstico

É feito na consulta oftalmológica, com a avaliação do cristalino e do restante do olho. O exame também mostra se há outras doenças associadas, que influenciam a decisão sobre o tratamento.

Tratamento

Nenhum colírio ou medicamento elimina a catarata. Nas fases iniciais, a atualização do grau dos óculos pode ajudar. Quando a visão passa a atrapalhar as atividades do dia a dia, a cirurgia é o tratamento indicado: o cristalino opaco é retirado e substituído por uma lente intraocular. O momento certo, o tipo de lente e os cuidados dependem de cada paciente e são definidos na consulta.

Quando procurar o oftalmologista

Se notar qualquer um dos sinais acima, agende uma avaliação. A partir dos 40 anos, consultas de rotina ajudam a acompanhar a saúde dos olhos mesmo sem sintomas.

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Glaucoma: por que a consulta de rotina importa

Por Dr. Ricardo Massarolli, CRM-MT 7337 · RQE 4174 · Novembro de 2026

O glaucoma é uma doença que lesa progressivamente o nervo óptico, responsável por levar a imagem do olho ao cérebro. Muitas vezes está ligado à pressão alta dentro do olho, mas também pode ocorrer com pressão normal. A lesão no nervo não se recupera, por isso o objetivo do tratamento é impedir que ela avance.

Por que passa despercebido

Na forma mais comum, não há dor nem sinais evidentes no início. A visão lateral (periférica) é afetada primeiro, e o cérebro compensa a falha por bastante tempo. Quando a pessoa percebe, a doença já pode estar avançada.

Quem tem mais risco

  • Pessoas acima de 40 anos
  • Quem tem parentes com glaucoma
  • Pressão intraocular elevada
  • Miopia alta e diabetes
  • Uso prolongado de corticoides

Como é feito o diagnóstico

Na consulta, o oftalmologista mede a pressão do olho e examina o nervo óptico. Conforme o caso, pede exames complementares, como campo visual e tomografia de coerência óptica (OCT), que mostram alterações antes de a pessoa notá-las.

Tratamento e acompanhamento

O tratamento pode incluir colírios de uso contínuo, laser ou cirurgia, de acordo com o tipo e a fase da doença. O glaucoma exige acompanhamento por toda a vida: usar o colírio corretamente e manter as consultas é o que permite controlar a doença.

Procure um serviço de urgência se tiver dor forte no olho, olho muito vermelho, náuseas, visão embaçada de repente ou halos coloridos ao redor das luzes. Esses sinais podem indicar um tipo agudo de glaucoma, que precisa de atendimento imediato.

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Corpo estranho no olho: como prevenir e o que fazer

Por Dr. Ricardo Massarolli, CRM-MT 7337 · RQE 4174 · Novembro de 2026

Corpo estranho é qualquer partícula que entra no olho e não deveria estar ali: um cisco, poeira, lasca de metal, farpa de madeira, pedaço de vidro ou de planta. É um dos motivos mais comuns de atendimento de urgência em oftalmologia, e a maior parte desses acidentes poderia ser evitada com um óculos de proteção.

Onde acontece com mais frequência

  • Uso de esmerilhadeira, lixadeira, furadeira e serra
  • Solda e corte de metal
  • Roçadeira, poda e trabalho no campo, na lavoura e no manejo de grãos
  • Marcenaria e construção civil
  • Martelar metal contra metal, como prego, talhadeira ou ferramenta de oficina

Um ponto importante: quem está perto de quem trabalha também corre risco. Uma lasca lançada pela esmerilhadeira ou pela roçadeira pode atingir quem está a vários metros de distância.

Sinais de que algo entrou no olho

  • Sensação de areia ou de algo arranhando ao piscar
  • Olho vermelho e lacrimejando
  • Dor e dificuldade para abrir o olho na claridade
  • Visão embaçada

Atenção: fragmentos de metal lançados em alta velocidade podem atravessar a parede do olho e causar pouca dor no início. Se você estava martelando, esmerilhando ou usando roçadeira e sentiu algo bater no olho, procure atendimento mesmo que o incômodo seja pequeno.

O que fazer

  • Não esfregue o olho: isso pode arranhar a córnea ou empurrar a partícula
  • Lave o olho com bastante soro fisiológico ou água limpa, que pode soltar ciscos leves e soltos
  • Se a sensação continuar depois da lavagem, procure o oftalmologista
  • Em caso de produto químico (cal, cimento, defensivo agrícola, produtos de limpeza), lave imediatamente com água corrente por pelo menos 15 minutos e vá ao atendimento de urgência

O que não fazer

  • Não tente tirar a partícula com agulha, ponta de faca, palito, pano ou cotonete
  • Não use colírio anestésico por conta própria: ele esconde a dor, atrasa a cicatrização e pode causar lesões graves na córnea
  • Se houver algo cravado no olho, não tente remover. Cubra o olho sem apertar, por exemplo com um copo plástico, e vá à urgência

Lascas de ferro que ficam no olho podem enferrujar em poucas horas e deixar uma mancha na córnea. Por isso a retirada deve ser feita pelo oftalmologista, com o equipamento adequado e o quanto antes.

O equipamento de proteção (EPI) certo

  • Óculos de segurança com proteção lateral para esmerilhar, furar, serrar, lixar e roçar. Óculos de grau ou de sol comuns não substituem o óculos de segurança
  • Protetor facial junto com os óculos em tarefas com muitos fragmentos, como esmerilhadeira e roçadeira
  • Máscara de solda com o filtro adequado ao tipo de solda, que também protege contra a luz intensa que queima a córnea
  • Óculos de ampla visão ao lidar com produtos químicos e defensivos agrícolas

Prefira equipamentos com Certificado de Aprovação (CA) e troque os óculos quando a lente estiver riscada, trincada ou embaçando a visão. O EPI só protege se estiver no rosto: vale também para tarefas rápidas, que levam “só um minutinho”.

Procure atendimento imediato se algo atingiu o olho em alta velocidade, se houver objeto cravado, sangramento, perda de visão, contato com produto químico ou se a dor e a sensação de corpo estranho continuarem depois da lavagem.

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